Resende recebe Open Internacional de Karatê com 150 categorias neste domingo
Competição terá atletas regionais, nacionais e internacionais, com disputas dos 4 anos à categoria 70+; entrada no Ginásio do Colégio Salesiano será gratuita
Eles são ágeis, inteligentes, corajosos e têm um olfato muito mais poderoso que o nosso. Mas, para se tornar um cão militar, não basta ter força ou pertencer a uma determinada raça.
É preciso passar por seleção, treinamento e muita disciplina.
Quando pensamos em militares, normalmente imaginamos homens e mulheres uniformizados, treinados para enfrentar situações de risco.
Mas, em muitas operações, existe um integrante da equipe que não usa uniforme, não fala e não carrega armas.
Ele trabalha com o nariz. Esses animais podem ser treinados para localizar pessoas, rastrear odores, encontrar drogas, identificar explosivos e auxiliar em operações de busca e salvamento.
E tudo começa muito antes de o cão chegar a uma missão.
Para ser selecionado, o animal precisa apresentar boa saúde, resistência física e, principalmente, um temperamento adequado.
Um bom cão de trabalho precisa ser equilibrado, atento, obediente e capaz de permanecer concentrado mesmo diante de barulho, movimentação e situações desconhecidas.
A capacidade de aprender também é fundamental.
Durante o treinamento, o animal aprende a associar determinados odores ou comportamentos a uma recompensa.
É assim que ele transforma uma de suas maiores habilidades naturais — o olfato — em uma ferramenta de trabalho.
E EXISTE UMA CARACTERÍSTICA QUE FAZ TODA A DIFERENÇA:
A parceria entre o cão e o militar que trabalha com ele.
O condutor precisa conhecer profundamente o comportamento do animal.
Mudanças na postura, no olhar, na movimentação da cabeça ou até na maneira como o cão respira podem ajudar o profissional a interpretar aquilo que o animal está indicando.
Por isso, não é simplesmente mandar o cachorro procurar alguma coisa.
É uma verdadeira comunicação entre duas espécies.
Resende
Atletas de diferentes idades e níveis de competição estarão em Resende neste domingo (6) para a disputa do 9º Semel Resende Open Internacional de Karate Unificado / Open Nacional UBKG. O torneio começa às 8h, no Ginásio Poliesportivo do Colégio Salesiano, e terá entrada gratuita para o público.
A competição reunirá atletas regionais, nacionais e internacionais, de ambos os sexos, distribuídos em 150 categorias. As disputas começam com competidores a partir dos 4 anos e chegam às categorias destinadas a atletas com mais de 70 anos.
A diversidade de faixas etárias permite reunir no mesmo evento atletas em fase de iniciação, competidores experientes e representantes do karatê master.
Além das disputas, o Open promove o intercâmbio entre atletas, academias e federações, reunindo diferentes vertentes da modalidade e participantes de dentro e fora do país.
O evento integra o calendário esportivo de Resende e é realizado pela Prefeitura, por meio da Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel). A organização é da Federação Interestilos de Karate do Rio de Janeiro (FIKARJ), com apoio da União Brasileira de Karate Goju Ryu (UBKG).
As lutas começam às 8h deste domingo (6). O público poderá acompanhar gratuitamente toda a programação no Ginásio Poliesportivo do Colégio Salesiano.
Volta Redonda
Competição reunirá atletas regionais, nacionais e internacionais, de ambos os sexos, distribuídos em 150 categorias

